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Blog da Fonte

Campanha convoca população a aumentar possibilidades de tratamento de câncer de mama no SUS

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Sob o mote Dê Mais Atenção #elaprecisa, a FEMAMA convida a sociedade para participar da Consulta Pública nº 77 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) para inclusão de três novas quimioterapias orais para tratamento de câncer de mama metastático hormônio positivo: abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe. O objetivo da campanha é tentar reverter o relatório preliminar pela não incorporação emitido pelo órgão. O prazo para a contribuição vai até 29 de setembro e todas as informações de como participar estão disponíveis em http://demaisatencao.femama.org.br. Os três medicamentos já estão disponíveis na lista de cobertura mínima dos planos de saúde desde abril.

De acordo com a CONITEC, apesar das evidências claras de eficácia de três medicamentos, os custos dos tratamentos gerariam impacto orçamentário elevados ao SUS e considera os dados “imaturos”. A FEMAMA é contrária à recomendação preliminar do órgão, uma vez que os estudos científicos comprovam que a incorporação das drogas orais da classe terapêutica dos inibidores de CDK podem reduzir os impactos do câncer de mama HR+/HER2- avançado/metastático, representando uma nova abordagem terapêutica capaz de controlar a doença por mais tempo sem deterioração da qualidade de vida das pacientes. A FEMAMA segue firme com o propósito e entendimento de que a incorporação dos medicamentos da classe terapêutica dos inibidores de CDK para tratamento de câncer de mama no SUS é de extrema importância para benefício das pacientes, sendo condição precípua para equidade no tratamento oncológico no Brasil.

Saiba mais sobre os tratamentos e como participar da campanha em http://demaisatencao.femama.org.br. A campanha conta com investimento social de AstraZeneca, Lilly, Novartis e Pfizer.

O que há de novo?

Os três medicamentos pertencem à classe de inibidores de ciclina. As cinases dependentes de ciclina (CDKs) desempenham papel essencial na regulação da progressão do ciclo celular, permitindo a transição entre diferentes fases. Sua ativação depende de moléculas que são sintetizadas e degradadas durante o ciclo celular – as ciclinas.

Como reguladoras do ciclo celular, sua inibição garante que células doentes não entrem em divisão celular, evitando assim que se proliferem e morram, quebrando um ciclo de crescimento tumoral. Para tratar essa condição, é preciso fazer a utilização de uma terapia-alvo conhecida como inibidora de CDK. Este tratamento interrompe a atividade de enzimas promotoras de células cancerosas conhecidas como quinases dependentes de ciclina 4/6 (CDK 4/6).

Os três tratamentos inibidores de CDK 4/6 – abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe – que estão sendo avaliados pela CONITEC já estão disponíveis nos planos de saúde desde abril de 2021. Agora chegou a hora de estender esse direito a todas as pacientes do SUS. Dessa forma, todas as brasileiras terão acesso ao que há de melhor e mais benéfico para o câncer de mama metastático hormônio positivo.

Nos últimos anos o avanço da medicina trouxe mais qualidade de vida, melhores prognósticos, novos tratamentos e um novo olhar personalizado para o câncer de mama. Toda paciente é única, assim como o câncer de mama de uma pessoa é diferente do câncer de mama de outra. Cada paciente precisa de tratamentos específicos e individualizados ao seu caso, sempre tendo seus direitos assegurados durante toda a jornada de tratamento.

Contribua agora com a consulta nº 77: https://forms.office.com/r/VSjHEN74w0

Para saber mais, acesse: demaisatencao.femama.org.br

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